Semana 1 — “Fechar o escopo e parar sangramento”
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Inventário mínimo: quem são os usuários, endpoints, sistemas críticos
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MFA obrigatório nos acessos mais críticos (e-mail, VPN, admin)
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Definir canal de incidentes + papéis (responsável, backup, escalonamento)
Semana 2 — “Política vira processo”
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Adaptar o template e aprovar com diretoria
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Publicar no canal oficial (intranet/SharePoint) + colher ciência (assinatura)
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Treinar gestores e service desk: reset de senha e validação de identidade
Semana 3 — “Controles mínimos”
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Patching com SLA (crítico primeiro)
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Endpoint sob gestão central (antivírus/EDR, updates, baseline)
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Política de backup + primeiro teste de restauração
Semana 4 — “Medição e auditoria”
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KPIs simples e objetivos (ver abaixo)
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Ajustar alertas mais barulhentos (reduzir alert fatigue)
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Simular um incidente leve (phishing) e rodar o playbook
Como auditar se a PSI está funcionando (KPIs que mostram maturidade)
Escolha 6 e acompanhe mensalmente:
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Cobertura de MFA (% de contas com MFA habilitado)
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Patch compliance (% endpoints com updates em dia)
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Sucesso em teste de restauração (backup que restaura, não só “que existe”)
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Endpoints sob gestão (% inventariados no console)
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Tempo de resposta (MTTA/MTTR simplificado)
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Taxa de clique em phishing simulado (se você fizer awareness)
Se KPI não mexe, é sinal que a PSI está só “bonita no papel”.
Como a Infob pode acelerar isso (sem travar sua operação)
Se você quiser sair do Word e ir pra execução com governança, a Infob pode atuar em um pacote tipo “PSI + Controles Mínimos”:
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Personalização da PSI para seu contexto (setor, LGPD, riscos reais)
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Implementação de MFA e hardening de acessos
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Baseline de endpoints (antivírus/EDR + políticas)
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Patch/vulnerability cadence
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Backup + teste de restauração
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Playbooks de incidente e treinamento rápido do time
FAQ — Política de Segurança da Informação (PSI)
1) PSI é obrigatória por lei?
Depende do contexto regulatório, mas na prática a PSI é um controle básico de governança e ajuda a demonstrar diligência, inclusive em cenários LGPD e contratos B2B.
2) PSI substitui antivírus/EDR?
Não. PSI define regras e responsabilidades; antivírus/EDR são controles técnicos. Um sem o outro não fecha risco.
3) Qual a diferença entre PSI e procedimentos?
PSI é diretriz (o “o quê e por quê”). Procedimentos são o “como fazer” (ex.: reset de senha, resposta a incidentes).
4) Como evitar que a PSI vire um documento esquecido?
Três coisas: KPIs, auditoria recorrente e vincular PSI a processos (acesso, mudanças, incidentes).
5) O que é exceção e como lidar sem bagunçar tudo?
Exceção é quando um controle não pode ser aplicado. Deve ter: justificativa, prazo, responsável e controle compensatório.
6) PSI precisa falar de LGPD?
Se você trata dados pessoais, sim. Pelo menos classificação, acesso, retenção, descarte, auditoria e incidentes.
7) Com que frequência revisar a PSI?
No mínimo anual. Ideal: revisar após incidentes relevantes e mudanças grandes (sistemas, nuvem, fusões, novas unidades).